O que há pra hoje?
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sábado, 9 de julho de 2011
Lançamento na pista do suicida com medo da morte
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Os paus de uma canoa
Com quantos Franciscos se cursa um rio?
E Com quantos Chicos se encanta uma Yolanda?
Com quantos Caetanos se acende uma chama?
Em quantos Gilbertos se decompõe a metafísica?
E o outro Gilberto, em quantas bossas se desfaz?
Em quantos Vinicius transbordam-se as morais?
Com quantas Clarices se invoca um espectro?
Com quantos Pixinguinhas se contém um choro?
Em quantas doses se embebeda uma dor?
Em quantas Cecílias se brotam primaveras?
Com quantos Quintanas se flutua a leveza?
Quantas pessoas dentro de um Pessoa?
Quantos Pessoas cabem numa pessoa?
quinta-feira, 7 de julho de 2011
A menina e a canção
Poema patético 2
Qualquer coisa
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Apenas isso...
A gangue
Ladrões como não existem outros,
Se diferenciam dos demais pelo método que empregam e pelo objeto do furto.
Ladrões do tempo.
Não de relógios, ampulhetas, cronômetros ou calendários
Furtam o tempo propriamente dito.
Essa coisa indissociável do espaço e que é palco de nossas vidas
(todas elas).
Ninguém nunca soube como procedem no furto,
mas o fato é que por vezes não dispõem de tempo algum,
estão duros, sem tempo para o que quer que seja
apertados e espremidos entre uma obrigação e outra.
E de repente,
não se sabe como
lá estão eles, riquíssimos
gozando de horas e horas
e tempos imensuráveis.
Boêmios.
Filhos de Baco.